Este guia cobre o caminho inteiro: da criação da conta até o dinheiro na sua chave Pix. Se você já usa outra plataforma, o fluxo vai parecer familiar — a diferença está nos detalhes, e é neles que a maioria das dúvidas aparece.
1. Criar a conta
O cadastro é gratuito e pede os dados básicos de identificação. Não existe mensalidade nem taxa de adesão: a conta só gera custo quando você vende.
Vale usar um e-mail que você acessa de verdade — é por ele que passam confirmações e avisos importantes da conta.
2. Cadastrar a chave Pix de saque
É o passo que mais trava gente, e vale atenção porque um erro aqui só aparece na hora de receber.
A chave pode ser CPF, CNPJ, e-mail, telefone ou chave aleatória. Três cuidados:
- A chave precisa ser sua. Cadastrar chave de terceiro é receita de dor de cabeça, inclusive fiscal.
- Telefone vai com DDD. Celular tem 11 dígitos com o DDD; fixo tem 10.
- Confira dígito por dígito. Um número trocado num CPF pode ser a chave de outra pessoa, e o dinheiro vai para ela.
3. Gerar a primeira cobrança
Há dois caminhos, e você não precisa escolher para sempre — dá para usar os dois.
Pelo painel
Você informa o valor e gera a cobrança na hora. Recebe o código Pix copia e cola e o QR Code, prontos para mandar ao cliente por onde você já conversa com ele: WhatsApp, Telegram, Instagram, e-mail.
É o caminho para quem vende por atendimento, sob demanda ou com preço combinado caso a caso.
Pela API
Seu sistema chama a API, recebe o código Pix e mostra para o cliente dentro do seu próprio fluxo — site, bot ou área de membros. Quando o pagamento cai, a LunarPay avisa seu sistema por webhook, e a entrega acontece sem ninguém apertar botão.
É o caminho para quem quer vender no automático, inclusive de madrugada.
4. Acompanhar a venda
Toda cobrança aparece no painel com status. Pendente é cobrança gerada e ainda não paga — normal, nem todo mundo paga na hora. Paga significa dinheiro confirmado e saldo creditado. Expirada é cobrança que passou da validade sem pagamento; basta gerar outra.
A confirmação leva segundos depois que o cliente paga. Se ele diz que pagou e a tela ainda não mudou, atualize antes de investigar — costuma ser só o tempo de o Pix liquidar.
5. Sacar
O saldo confirmado fica disponível para saque a qualquer momento, na chave que você cadastrou. Antes de confirmar, a tela mostra o valor bruto, a taxa e quanto vai cair — confira ali.
Uma dica que economiza dinheiro de verdade: como a taxa de saque é fixa, agrupar saques em vez de sacar a cada venda dilui esse custo entre mais vendas. Explicamos essa conta em detalhe no artigo sobre taxa de saque.
6. Recursos que vale conhecer depois
Com o básico rodando, alguns recursos resolvem problemas que aparecem quando o volume cresce:
- Produtos e checkout. Cadastre o produto uma vez e reutilize o link, em vez de gerar cobrança manual toda vez.
- Entrega automática. Libera arquivo ou acesso assim que o pagamento é confirmado.
- Bots de Telegram. Venda dentro do próprio bot, com cobrança e liberação automáticas.
- Saque automático. Em vez de pedir saque manualmente, a plataforma envia conforme a sua configuração.
- Cupons de taxa. Condições personalizadas para clientes específicos.
- Afiliados. Outras pessoas vendendo seu produto por comissão.
Problemas comuns
O cliente pagou e não recebeu o produto. Confirme primeiro se a venda consta como paga no painel. Se constar e a entrega automática não disparou, verifique a configuração de entrega do produto.
O saque não caiu. Confira a chave cadastrada. A maioria dos casos é chave errada ou chave de terceiro, não falha de processamento.
A cobrança expirou antes do pagamento. Gere outra e mande de novo. Cobrança Pix tem validade por segurança.
Custo, sem letra miúda
A partir de R$1 por venda e a partir de R$1 por saque. Sem mensalidade, sem taxa de adesão, sem cobrança por conta parada.
A conta é gratuita: dá para criar, gerar uma cobrança de teste e percorrer o fluxo inteiro antes de decidir se faz sentido para você.
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